sexta-feira, 30 de maio de 2008

FALENCIAS, PREMEDITADAS

foto das instalações fabris, Avintes, Vila Nova de Gaia
o imóvel está á venda, clique na foto para consultar

O imóvel com área de 18850 m² por três vezes que foi alterado o preço;

Informação recolhida na casa.sapo.pt no dia 09 de Abril de 2008-preço €3,641,224
Informação recolhida na casa.sapo.pt no dia 26 de Abril de 2008-preço €2,200,000
Informação recolhida na casa.sapo.pt no dia 15 de Junho de 2008-preço €2,800,000
Não vale os €2,800,000
Chove dentro das instalações, muitas infiltrações de água para a cave

Canalização podre

Instalação eléctrica com deficiências

Água de poço imprópria e muito suja

Difícil acesso a viaturas pesadas


NOTICIA DO PRIMEIRO DE JANEIRO DATA DEZEMBRO DE 2006
LEIA A NOTICIA E VEJA A FOTO


Estes são os desabafos de trabalhadores num país sem lei.
País onde já tratam os trabalhadores como escravos, não pagam salário.
A fábrica de calçado boleiro encerrou a 26/3/2008, e não pagou os salários em atraso aos trabalhadores. E tudo por má gestão (ou insolvência premeditada)

A deputada Mariana Aiveca e o deputado José Soeiro entregaram ao ministro da Economia um requerimento para que apure as responsabilidades desta empresa para com os trabalhadores e averigúe da sua viabilidade económica.

LEIA O REQUERIMENTO

VEJA O VIDEO COLOCADO NO YOUTUBE POR ESQUERDA.NET

VER VIDEO

Enganados, tratados como lixo e como descartáveis numa estratégia cada vez mais clara de ganhar dinheiro sem cumprirem a lei.

Este é o estado em que ficaram os trabalhadores

FOI TUDO PREMEDITADO POR Maria Ermelinda Moreira Dias, CONTRATOU GESTORES E ADVOGADOS PARA GERIREM ESTA FALÊNCIA.

TUDO COMEÇOU EM 2006 POR HIPOTECAR O IMÓVEL POR UM VALOR ARREDONDADO DE €2,000,000. ESSE DINHEIRO NUNCA ENTROU NA EMPRESA, DISTRIBUIU PELOS FILHOS E NETOS, NÃO INOVOU NEM CRIOU NOVOS POSTOS DE TRABALHO SÓ AUMENTOU A SUA RIQUEZA PESSOAL, PRODUZIU ENCOMENDAS RECEBEU O DINHEIRO E ENTRETANTO DEIXOU ACUMULAR DÍVIDAS, EM DEZEMBRO DE 2007 MUDOU O NOME DA EMPRESA DE FÁBRICA DE CALÇADO BOLEIRO, SA PARA FÁBRICA DE CALÇADO BOLEIRO, SOCIEDADE UNIPESSOAL SEM DAR CONHECIMENTO AOS FUNCIONÁRIOS.
CRIOU FALSAS EXPECTATIVAS AOS TRABALHADORES, DIZENDO QUE PAGARIA OS SALÁRIOS EM ATRASO E O SUBSIDIO DE NATAL SE PRODUZÍSSEMOS E FIZÉSSEMOS AS ENTREGAS DAS ENCOMENDAS AOS CLIENTES.

TRABALHAMOS NO ULTIMO MÊS PARA A FÁBRICA DE CALÇADO ARA EM AVINTES E CALÇADO BEIJA FLOR conhecido por VERMELHO, TAMBÉM EM AVINTES, ESSA MULHER COBRAVA EM DINHEIRO OU LETRAS QUE DEPOIS LEVANTAVA.


TUDO FOI MENTIRA ESSA MULHER RECEBEU O DINHEIRO DAS ENCOMENDAS E NÃO PAGOU NADA A NINGUÉM, SEM REMORSO, NEM LHE PASSOU PELA CABEÇA OU IMAGINOU QUE HAVIAM PESSOAS A PASSAREM NECESSIDADES (EXISTEM CASOS DE CASAIS, HOMEM E MULHER A TRABALHAREM NESTA EMPRESA)
COMO VAMOS NÓS PAGAR AS NOSSAS DESPESAS?
NÃO TIVEMOS AJUDAS DE NINGUÉM,

O DESAPARECIMENTO E DISSIMULAÇÃO DE PATRIMÓNIO PARA NÃO PAGAR A NINGUÉM


Jornal de Noticias de Segunda-feira 28 de Abril de 2008

LEIA A NOTICIA

Noticia da TVI de Segunda-feira 28 de Abril de 2008

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VEJA O VIDEO

PARA PODER VER O VÍDEO FAÇA DOWNLOAD GRÁTIS
REALPLAYER



Por estas fotos tiradas a 3 de Julho de 2008 podemos ver a desordem em que a fabrica ficou, as máquinas que ficaram para arrestar é só sucata, como transportadores e mesas sem valor, sendo que as máquinas de maior valor foram retiradas pela administração á revelia dos trabalhadores.
(calcula-se um valor superior a €300,000 em máquinas e viaturas que foram roubadas pela administração da Boleiro, é bem visível o desinteresse em pagar aos trabalhadores)


O ENCERRAMENTO DESTA EMPRESA CONFIGURA ASSIM UM ACTO ILÍCITO E DE FUGA ÁS RESPONSABILIDADES PARA COM OS TRABALHADORES.

É DE SUSPEITAR QUE SE DESLOCALIZARAM PARA O BRASIL

VAMOS MOSTRAR UM EXEMPLO NO BRASIL:
Empresas portuguesas deverão investir R$ 3 biliões na Bahia nos próximos três anos
LEIA A NOTICIA
PALESTRA NA FIEC LEIA
E quem é que faz o discurso? A filha de Maria Ermelinda Moreira Dias e sócia da firma recentemente encerrada, FÁBRICA DE CALÇADO BOLEIRO S A
Seguramente andam a investir os créditos emergentes dos trabalhadores

Não é de louvar a administração da firma agora encerrada e a deixar dívidas ao fisco, Segurança Social, operários, banca e fornecedores, demonstrando tratar-se de uma firma que não é idónea.










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15 comentários:

Anónimo disse...

É , conforme já tinha comentado, estava tudo planeado para prejudicar trabalhadores, fornecedores,etc.Com os seus pedidos de "encarecidamente" as pessoas trabalharem o necessário para finalizar as encomendas com a promessa de pagamento,bem tramou os trabalhadores.Agora, estou francamente curioso de ver o que se vai passar . .voltaremos a falar!!!

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...

Exmo. Sr.Procurador

Fábrica de Calçado Boleiro criada a partir de Fernando Ferreira Tavares Amorim inicialmente num espaço residencial. Concorreu a fundos estatais no fim dos anos 80 recebendo então subsidios, construiu uma nova fábrica de sapatos em 1990 com espaço industrial 3.000 metros quadrados e cerca de 12.000 metros quadrados de terreno em redor, equipou a fábrica com máquinas de última tecnologia para uma produção de 1000 pares de sapatos por dia com cerca de 70 operários.
Nesta fábrica tudo funcionou bem até 2005, ano em que o pessoal começou a desconfiar da Gestão de Maria Ermelinda Moreira Dias, porque os fornecedores atrasavam-se na entrega de matéria prima e todos achamos estranho. A fábrica lavorava muito bem, fazia-se até horas extras. Pediu-se á patroa uma máquina para fazer um determinado trabalho e esta respondeu que não tinha dinheiro. Como era possivel se havia muito trabalho, os camiões sairam carregados e não havia devoluções. A patroa também era assidua na zona do fabrico e abandonou esta zona, sem que colocasse lá alguém que a substituisse.
Os operários souberam só em Fevereiro de 2008 que a patroa tinha pedido ao banco há algum tempo 1.700.000.00€ sobre o edificio fabril sem ninguém saber de nada. A fábrica lavorava normalmente, atrasou-se nos salários em Setembro de 2007, mudou o nome de Fábrica Boleiro SA. Para Boleiro Unipessoal em Dezembro. Neste mês pagou-se 50% do subsidio em dinheiro a pagar tarde 50% do salário mandou o pessoal embora em Março deixando os trabalhadores com salários em atraso e sem as respectivas indeminizações.
A patroa com o avontade de não ter trabalhadores por perto na fábrica vende diversas máquinas, as mais valiosas e os carros da fábrica. Era vista com frequencia á noite e os camiões a sacar os bens da empresa.
Estamos a falar de uma pessoa que arruinou uma empresa com futuro, ficou a dever aos trabalhadores, tem várias casas alugadas em Avintes, escritórios alugados em Gaia, uma casa na Praia daGranja e vivenda na praia da Amorosa,uma quinta em Recarei, uma casa com piscina em Avintes, e frequenta a igreja e não paga o que deve.

osresistentes disse...

Em resposta ao primeiro comentário, essa mulher não pedia a colaboração dos trabalhadores, ela fazia chantagem, (se não trabalharem nas férias não há subsidio, se não fizermos as encomendas não há salário, flexibilizar, flexibilizar, etc. etc.)

osresistentes disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
osresistentes disse...

Para explicar o terceiro comentário, esta é uma cópia da carta que foi entregue pessoalmente ao PROCURADOR-GERAL DA REPUBLICA no dia 20/05/2008

Nazgul disse...

Faça-se justiça a essa gente sem escrupulos, talvez aprendam a ser mais honestos e a partilhar o que os trabalhadores a ajudaram a amealhar....cadeia para esse tipo de gente que não merece outro destino, pelo menos honesto!!!!!!!!!!

Anónimo disse...

Isto só vem provar que neste pais os patrões podem fazer tudo e mais alguma coisa.E as previsões não são para melhor . . . com o novo Código de Trabalhos que estes socialistas (????) se preparar para impôr.Com esta esquerda quem é que precisa da direita ????

osresistentes disse...

Pois os empregados da Boleiro não tiveram mesmo sorte nenhuma com essa " senhora" . . .Ela sugou-os até ao tutano, fê-los trabalhar até às últimas fazendo, facilmente promessas , que ela sabia que não iria cumprir e no fim vieram todos com uma mão atrás e outra à frente.No tal artigo ela trata-os de colaboradores mas ela nunca pediu colaboração aos trabalhadores.Ela fazia CHANTAGEM !!!! Se não trabalharem não há salários!!!Se não trabalharem não há subsidio nem férias, etc. etc. etc.Ainda quero ver se todos aprenderam a lição e viram quem ela é na realidade ou se, daqui a algum tempo não estão outra vez a trabalhar com ela.Cá por mim eu penso que aquela alma já não se safa, nem mesmo com as idas a Fátima, distribuição de hóstias e o resto. A balança está muito desequilibrada. Todo o mal de ela fez a quem a serviu não deveria ter perdão divino.Era o INFERNO directo.

Anónimo disse...

Eu gostava de deixar uma achega: essa mulher deve ter gasto rios de dinheiro em advogados e no tal economista, o Pinto da Rocha.É caso para dizer : ela,nas reuniões, enchia a boca com o nome dele e ele encheu o bolso à custa dela ( e à dos trabalhadores também, já agora )

osresistentes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Além de tudo o que os trabalhadores passaram e alguns continuarão a passar porque ,infelizmente, as coisas não estão nada fáceis neste país,é triste ver a impunidade com que se pode fazer coisas destas.Se um de nós tiver um momento de fraqueza, bate com os ossos na cadeia e vem tudo nos jornais.Esta "senhora " (?????) roubou os trabalhadores e os fornecedores e continua a ir, descansadinha a Fátima.Só espero francamente que a Nossa Senhora já lhe tenha reservado um lugarzinho , bem quente, lá onde ela merece ir : as profundezas do Inferno! ! !

Anónimo disse...

Esta mulher (se é que se pode chamar isso, talvez "criança" seja o mais indicado (P....V....), há uns dias atraz esteve com credor/fornecedore e ao ser confrontada com a divida em causa, ela respondeu-lhe "Não é pelo valor mas se não pagou a uns também não te pago".
O rapaz disse-me que até lhe gelou o sangue, pela maneira que ela lhe disse aquilo até parecia que devia era ele e não ela.
Mais ela mostrou-lhe um extracto de uma conta privada dela daquele dia onde o saldo e de cerca de 120.000€ positivos.
Ele nem reagiu na altura pois o valor em causa não é muito elevado, porque se fosse outro fornecedor cuja as dividas ascendem acima dos 100.000€ talvez reagisse de uma maneira violenta.
O valor em causa é pouco mas para a firma em causa já a põe a tremer e em causa também os seus postos de trabalho.
Pergunto-me aonde está a nossa "justiça ou nosso governo", pois se fosse eu ou algum dos meus colegas já estariamos a responder por alguns processos em tribunal.
Peço a todas a pessoas que tenham e matenham negócios com a dita pessoa em causa, quem pessem no que estão ou vão fazer, pois se ela já lixou um indeterminado numero de pessoas pode voltar a faze-lo. NÃO FAÇAM NEGÓCIOS COM NIGUÉM DA ADMINISTRAÇÃO DA "FÁBRICA DE CALÇADO BOLEIRO".
Sigam este conselho e poderão evitar problemas.
Desejo a todos os meus colegas que tenham sorte a arranjar um novo emprego e que tenham mais sorte nele do que no anterior.
A todos os ex-funcionarios da "Boleiro" BOA SORTE.
DIVULGUÉM O MAIS QUE PUDEREM ESTES TIPOS DE FRAUDES E TALVEZ POSSAMOS EVITAR ALGUMAS SITUAÇÕES DESTAS A OUTROS FUNCIONÁRIOS QUE ESTEJAM NUMA SITUAÇÃO IDÊNTICA.
A QUEM ESTIVER NUMA SITUAÇÃO IDÊNTICA NÃO EXITEM EM PERGUNTAR E PEDIR AJUDA, POIS PODEIS IR A TEMPO DE EVITAR, PRINCIPALMENTE A FALTA DE PAGAMENTO DOS VOSSOS ORDENADOS.

Anónimo disse...

Inventário de Máquinas e viaturas da Fábrica de calçado Boleiro

1 Carrinha Peugeot matricula 63-11-RF
1 carrinha Peugeot matricula 63-16-RF
1 carrinha Iveco caixa de contentor matricula 79-35-FU
1 furgão Ford Transit matricula 91-09-EN
1 JEEP MITSUBISH matricula 45-81-BH
1 BMW matricula 06-58-EO

1 máq. Medidor de peles Metraplan
1 máq. Cintar STRAPEX
1 porta paletes
1 emplilhador manual
2 armários armazém de cortantes Lima e Resende
1 contador de cortes ATOM
3 balançés de ponte ALLEVI
4 balancés de bandeira ATOM SE25
2 balancés bandeira OLYMPIA
2 transportadores de corte s Lima e Resende
1 máq. Igualisar Camoga CN401
1 máq. Igualisar lógica 524
1 máq. De cortar tiras Maclet
1 esmeril Lima e Resende
1 transportador de costura com armazém Anzani 40 postos de trabalho
1 máq. De timbar WSK
1 máq. De facear electrónica Ellegi GL12M
1 máq. De facear ELLEGI
1 máq. De facear Fortuna
1 máq. De colar testeiras 2 cabeças Lima e Resende
1 máq. De entretelar Bima

Inventário de Máquinas Fábrica Boleiro

1 máq. De entretelar Lima e Resende
1 máq. De testeiras a cola Sigma
1 máq. De vergar gaspeas Sigma
1 máq. De vergar gaspeas Trap
2 máq. De vazar Sagitta
1 máq. De orlar Sagitta RP64
1 máq. De orlar Sagitta electrónica nova
1 máq. De orlar palmilhas Sagitta RP91
1 máq. De virar botas
1 máq. De rentear cortes Colli GP4
1 máq. De rentear cortes Colli
1 máq. De enjelhar cortes DeGara
1 máq. De fixar passadores SPS
1 máq. De fixar grampos SPS
1 máq. De ilhós Jopevi
1 máq. De abrir costura e fita Gonsol
1 máq. De abrir costuras renso munari
1 máq. De fechar costuras PFAFF
1 máq. De verdugo PFAFF
2 máq. Costura PFAFF 463
1 máq. De costura PFAFF 563
1 máq. De costura PFAFF 593 com corta linha
2 máq. Costura PFAFF 593 corte linha com renteados
2 máq. Costura PFAFF 1491 com renteados

Inventário de Máquinas Fábrica Boleiro

2 máq. Costura PFAFF 1471 com renteador
1 máq. Zig zag PFAFF
1 máq. Zig zag PFAFF com corte linha
1 máq. Costura a linha grossa PFAFF
1 máq. Atar cortes FIMAC
1 cad-cam cortar moldes
1 máq. Afiar láminas costura Maier
1 máq. De moldar contraforte 4 postos Norba
1 máq. Moldar contraforte 4 Postos Vifama
1 máq. Moldear gáspeas 4 Postos Norba
1 máq. Da cola em palmilhas
1 cabine pintura inox Lima e Resende
1 transportador tapete com velocidade variavél Lima e Rensende
2 pistolas ar quente Bosch
2 pistolas ar quente De Walt
3 escovadeiras
1 máq. Moldar enfranques 4 Postos Norba
1 máq. De moldar enfranque I.T.M.
1 transportador sapateiros Ansani automático
1 banca de bater luvas com 6 formas a quente
1 máq. De fixar palmilhas a cola Sabal
1 máq. Fixar palmilhas a semilha Colli
1 máq. Fixar palmilhas a fita Somacal
1 humidificador bicos a vapor BC

Inventário de Máquinas Fábrica Boleiro

1 aquecedor cortes transportador Anzani
1 máq. Montar bicos Cerim K178
1 máq. Montar bicos Silva e Faustino com injector
1 máq. Enfranque e calcanheira Silva e Faustino
1 máq. Calcanheira semilha Silva e Faustino
1 máq. Enfranque e Calquenheira semilha e cola Cerim CK24Z
1 forno Anzani transportador
1 unidade vacúo Anzani
1 unidade Frio transportador Anzani
1 unidade reactivador colas Anzani
1 máq.de cardar Cerin k 171
1 lixadeira cabeça de girafa
1 lixadeira 2 postos com aspiração pincal
1 lixadeira 2 postos com aspiração lima e resende
1 máq. Rebater com rolinhos
1 máq. Rebater calcanheira Zima
1 soprador de ar anzani
1 máq. De riscar cortes lia e resende
1 sifione Bc
1 máq. De cardar beiras de sapatos
2 sifiones sem marca
1 aquecedor calcanhira me-go
1 prensa techno 2
1 prensa techno 2 nova
2 prensas ironfox AS 1800

Inventário de Máquinas Fábrica Boleiro

2 máq. De desenformar obra
1 máq. Limpar obra lima e resende
1 máq. De pregar saltos Brustia sequencial
1 máq. Pregar saltos sabal 181 SDV
1 máq. Parafuso de saltos sabal
1 máq. De trimbar lima e resende
1 frese esperia
1 reactivador BDF
1 pantógrafo lince
1 máq de ponteira de cordões delaye
1 máq. Fitilho maclet
1 martelo de costuras colli
1 máq afitarcortes pfaff
1 máq. De moldar contrafortes de luva
1 máq. De alogenar solas iron fox
1 compressor iwata 7 cv
1 compressor puska 15 cv
1 secador de humidades i.ross

osresistentes disse...

Os ataques aos direitos de quem trabalha são constantes, criando um clima de grande auto-confiança nos patrões sem escrúpulos. Cada vez que o actual e os anteriores governos elaboram um diploma a vida dos trabalhadores fica mais difícil. Há muito que é assim, Teremos que lutar e nos manifestar por melhores condições.
Ou viveremos sempre na miséria, na pobreza enquanto estes oportunistas enriquecem e se deslocalizam em busca de maiores lucros, e deixam para trás o desemprego e miséria.
Assim sendo nenhum País tem futuro.
Será sempre um País pilhado.
Já que não temos leis que protejam os trabalhadores, então teremos que ser nós a fazer-lo.